segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Revista Casanova - 2 anos além do papel

Há dois anos, a Revista Casanova nasceu com a proposta de ser uma vitrine para empresas, profissionais e prestadores de serviço divulgarem seus negócios nas áreas de arquitetura, construção e afins. Desde então, buscamos oferecer a nossos clientes e leitores muito mais que um papel impresso; queremos gerar crescimento e propiciar boas sensações. Sabemos que pequenas empresas ampliaram seus negócios depois que passaram a anunciar na Revista Casanova; nas nove cidades onde entregamos a publicação, a mesma é aguardada com ansiedade; vamos a feiras, fóruns e workshops do setor e recebemos comentários favoráveis ao produto, além de críticas construtivas que nos ajudam a crescer melhor. A Revista Casanova é vista, lida, comentada, provoca desejos e sensações, já é referência. Esse retorno é nosso melhor presente de aniversário. Obrigado!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Meu amigo Tony lança seu primeiro livro

Escritor votuporanguense lança livro


“Celeste” apresenta personagens com perfis desconcertantes como o policial da velha guarda, ético e eficiente, que após ter a esposa assassinada, declara guerra ao narcotráfico

O escritor votuporanguense Antonio Rocha Bonfim, mais conhecido como Tony Rocha, lança no próximo dia 10 de setembro, às 20h, na Masol Distribuidora de Revistas, seu primeiro livro solo, intitulado “Celeste”. Na obra, Tony reúne uma coletânea de contos, nos quais apresenta personagens dotadas de desconcertantes perfis psicológicos.

Dentre os 17 textos que compõem o livro, há a história de um policial da velha guarda, ético e eficiente, que após ter a esposa assassinada, declara guerra ao narcotráfico. Outro conto narra a “viagem” pelas estrelas de um jovem; bem como ainda se destaca a história de um homem que construiu um império financeiro, mas não consegue se livrar de um fantasma do passado e usa um estranho método para afugentar a insônia ou o caso de um advogado que resolve fazer justiça de uma maneira peculiar.

Segundo a divulgação do autor, “todos os contos do livro têm vida própria, convivem harmoniosamente, entrelaçados por um fio tênue de sintonia e estranheza. No conto que dá título à obra – e que foi destaque em Paris, na França – a personagem narrador alterna momentos de rudez e terna sensibilidade”.

Biografia

Antonio Rocha Bonfim, o Tony, nasceu em Guirapá, Bahia, em 14 de novembro de 1961. Antes de completar o primeiro ano de vida, seguiu com os pais para o estado do Paraná, onde viveu até os cinco anos, a partir daí, fixou-se no estado de São Paulo. Já foi metalúrgico e profissional de vendas. Atuou como funcionário público municipal e estadual, respectivamente nas funções de escriturário e investigador de polícia.

Tony sempre foi um apreciador dos livros, um amante da poesia e da prosa, dos clássicos e dos contemporâneos, tal apreço o levou a escrever. Participou de alguns concursos literários no Brasil e no exterior, nas categorias poesia e conto.
 
Fonte: Prefeitura de Votuporanga

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Revista Casanova 10


Ética e mudança


Em um mercado midiático que vive em constante crise ética, é um desafio fazer revistas com propósitos jornalísticos, honestos e de interesse público. O exercício é constante: tato na escolha dos entrevistados e na elaboração e edição das matérias, coerência na divisão de espaço entre conteúdo e publicidade, jogo de cintura para negociar alterações em artes e textos sem comprometer a linha editorial do veículo e por aí afora. Toda edição é um aprendizado e, com certeza, nunca faremos uma Revista Casanova perfeita, pois, para quem ama e acredita no que faz, o melhor sempre pode evoluir. Fechamos esta edição em clima de mudança. Por algum tempo, nosso escritório será em casa, até encontrarmos um local onde possamos trabalhar e te receber da melhor forma possível. Até breve.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Na estrada

Na última quinta-feira, eu e Samuca caímos na estrada rumo a Ilha Solteira, onde rolou o XIII Moto Fest. A cidade recebeu, em média, 30 mil visitantes; os hotéis e pousadas esgotaram suas reservas dois meses antes do evento. Então, levamos barraca e otras cositas necessárias a dois aventureiros sem destino (colchão inflável comprado de última hora, por ex.). Paramos antes em Nhandeara para ver a Esquadrilha da Fumaça. Em Ilha, um dos organizadores nos orientou a acampar perto do estande da BMW. "É mais tranquilo", avisou. De dia, realmente era o lugar mais sussa, longe da arena onde os motoqueiros profis faziam aquelas manobras de arrepiar e onde aconteciam os shows principais. Mas do lado do acamp tinha uma tenda, onde na madruga só rolava música das mais podres. Passamos a noite ouvindo funk carioca; o DJ era uma m..mesmo. Mas também não fomos ao encontro de motoqueiros pra dormir, né! Legal que quando chegamos, à tarde, pegamos uma bandinha de reggae de Três Lagoas (não lembro o nome) superponta firme; os caras tocaram Bob, Ponto, Mato...muito bom. À noite, perfo dos motoqueiros (um tal de Cachorrão detonou) e depois show da banda Planta e Raiz (que vimos pela décima vez..rsss-é a única banda de reggae maiorzinha que vem tocar na região-por que será, né?). Tentamos dormir, mas só esticamos o esqueleto na barraca apertada e, de manhãzinha botamos o pé na estrada de novo, na companhia do Daniel Japa Reggae Man. Passamos na prainha da cidade (muito bem limpa e cuidada, linda), onde conhecemos o Belchior da lanchonete e fizemos o retorno por Aparecida do Taboado, para dar um rolê sobre a ponte rodoferroviária. Valeu demais.Já até comprei uma calça de couro pro ano que vem. Aguardem-me. Quem sabe a tão sonhada Harley chegue até lá.     

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Arte em Votuporanga

Semana passada foi social e culturalmente agitada em Votuporanga, situação atípica. Amei, porque recebi a programação como um presente de aniversário (15/6). Quarta, jazz e blues no Centro de Convenções. Sexta, festa no sogrão e na casa do Léo.  Sábado, Circuito Cultural Sesc na Concha Acústica, com show de André Abujamra fechando a programação. Sábado e domingo, feira do Verde no Horto Florestal. Domingo, teatro no Centro de Convenções. Hoje, começa a exposição dos trabalhos do Mapa Cultural Paulista, no Centro de Convenções. Tô lá, com fotos e poema. Passem pra prestigiar.
PS: Cheguei à conclusão de que político, realmente, não tem cultura. Não vejo um participando desses eventos culturais. Que vergonha.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Como desvalorizar um trabalho editorial

A Revista Casanova (http://www.revistacasanova.com)/ existe porque amamos fazer bem feito. E elaborar um produto bom demanda muito tempo, dedicação, envolvimento de bons profissionais, ética e responsabilidade. Graças a Jah, quem anuncia na Revista e se integra ao nosso trabalho é quem valoriza esses conceitos. Para quem acha que uma página na Revista pode sair de graça, recomendo contatar outras vias. Para quem se "prostitui" no mercado editorial e não dá a mínima para o trabalho de agências, fotógrafos, jornalistas, gráficas e vendedores, entre outros, dou algumas "dicas de como proceder" para que seu produto fique cada vez mais descartável:
- Venda uma página e dê outra de graça
- Doe uma página a um cliente apenas para segurá-lo
- Leiloe as páginas que estiverem sobrando quando o fechamento da edição estiver próximo
- Copie artes que foram elaboradas por outros veículos
- Use e abuse do ctrl c, ctrl v na internet para produzir seu conteúdo
- Não trate as fotos que serão publicadas ou, se tratá-las, use e abuse do photoshop, principalmente na capa

É esse o meu desabafo.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Estou indignada!

Repressão absurda da polícia à liberdade de expressão, acobertamento de escândalos no Governo e agora isso...O Brasil está regredindo, peloamordeDeus? O povo tem que se manifestar contra esses abusos!


Sob ordem do agronegócio, Câmara aprova devastação do Código Florestal

Do Greenpeace Brasil


A Câmara dos Deputados decidiu hoje que o Brasil não deve ser o país do futuro. Por 410 votos a favor e apenas 63 contra, os deputados aprovaram mudanças no Código Florestal brasileiro que comprometem a biodiversidade do país e a sustentabilidade da agricultura brasileira. “O Brasil acordou hoje com a notícia do assassinato de um defensor da floresta amazônica”, disse Paulo Adario, diretor da Campanha Amazônia do Greenpeace, homenageando José Claudio Silva, líder seringueiro morto na véspera da votação na Câmara por madeireiros no Pará. “E foi dormir com a notícia de que a maioria dos nossos deputados aprova o assassinato de nossas florestas”.



Para virar lei, o texto votado na Câmara ainda precisa passar pelo crivo do Senado. Lá, quem sabe, os senadores evitarão repetir os vexames cometidos pelos deputados federais ao longo do processo que terminou com a votaçāo de hoje à noite. Desde o começo dos trabalhos de revisāo do Código, capitaneados pelo autor do projeto de mudança, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), os parlamentares escolheram um lado da questão. E o pior dos lados, o do agronegócio que desmata e abusa dos nossos recursos naturais. Cientistas e proponentes da agricultura moderna, que não mistura produção com desmatamento, mal foram ouvidos debaixo da cacofonia do interesses rurais atrasados que sequestraram a pauta ambiental do país no Congresso Nacional.
O projeto que passou na Câmara produziu o milagre de transformar uma legislação escrita para defender as florestas brasileiras em lei de incentivo à expansão desenfreada da agricultura e da pecuária. Ele premia o desmatamento, propondo a anistia a desmatadores, e incentiva a expansão sobre o que resta ao Brasil de matas nativas, reduzindo as exigências para que fazendas mantenham um percentual de seus terrenos com vegetação original e enfraquecendo a capacidade do governo central de gerir o patrimônio ambiental brasileiro.
Além de ameaçar a biodiversidade e a produtividade agrícola brasileira, comprometendo a qualidade dos recursos naturais que ela precisa para garantir sua capacidade de produção, o projeto de mudança da legislação florestal trará impactos negativos à diplomacia e economia do país. O texto aprovado pelos deputados federais tem consequência direta nos acordos feitos por grandes corporações consumidoras de produtos agrícolas brasileiros para livrar suas cadeias de custódia da mancha do desmatamento.
Ele também põe em dúvida a capacidade do Brasil de manter seus compromissos de redução de emissões de gases do efeito-estufa assumidos durante a conferência do clima de Copenhague, em dezembro de 2009. O desmatamento é o principal responsável pela posição de destaque do Brasil no ranking dos países que mais contribuem para o aquecimento global (é o quinto maior emissor de gases-estufa). E depois de uma tendência de queda das taxas de derrubada na Amazônia nos últimos cinco anos, ele voltou a subir na região.
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), divulgou na semana passada que o desmatamento na Amazônia em abril havia sido 570% maior do que o registrado no mesmo mês do ano passado. “Há uma clara corrida pelo desmatamento incentivada pelas modificações efetuadas no código”, diz Paulo Adario, diretor da Campanha Amazônia do Greenpeace. “Quem está em campo sabe que essa explosão do desmatamento não é comum nessa época. A devastação geralmente começa no período da seca.”
A votação na Câmara Federal joga os holofotes da questão ambiental no Brasil para cima da presidente Dilma Roussef. Ela prometeu, durante a campanha eleitoral no ano passado, que vetaria qualquer legislação que implicasse em aumento do desmatamento ou anistia a desmatadores. Também assegurou que não recuaria do compromisso assumido pelo seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, de reduzir o desmatamento na Amazônia em 80%. Mas seu governo praticamente lavou as māos em relação ao que aconteceu na Câmara.
A decisão dos deputados de atropelar os compromissos do governo federal colocam em questão a credibilidade do país para sediar, no ano que vem, a Rio + 20. “A capacidade do Brasil de liderar uma ação global contra o desmatamento e as mudanças climáticas está sob sérias dúvidas”, diz Adario. “Se Dilma não agir para influenciar as decisões do Congresso no sentido de manter a proteção à nossa biodiversidade, seu governo terá sucumbido aos interesses do agronegócio, comprometendo a posição internacional do país”.